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Área do Açude Cedro enfrenta problemas como falta de vigilância e de ações de conservação

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Pichações, pilares centenários destruídos e falta fiscalização para evitar ações de vândalos, além de ocupações não-autorizadas, são ignoradas por autoridades.

 

Com as recentes chuvas no Sertão Central, o Açude Cedro, localizado em Quixadá, ganhou um pouco de recarga e, mesmo abaixo da capacidade, atrai muitos visitantes.

No feriadão da Semana Santa, por exemplo, a movimentação foi boa por lá. A reportagem da Rede Jangadeiro FM revela que os comerciantes comemoram as vendas, mas os turistas reclamam mesmo é das péssimas condições de infraestrutura do local.

Ao caminharmos pelos 415 metros da parede do açude percebemos que o local está em péssimo estado de conservação, com pichações, pilares centenários destruídos e falta fiscalização para evitar ações de vândalos.

No último dia 10, o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), que administra todo o complexo da barragem do Açude Cedro, para que o órgão determine medidas de reforma, manutenção e conservação do local. Na ação, o procurador Francisco Alexandre de Paiva Forte, da Procuradoria da República em Limoeiro do Norte, relata o estado de abandono do complexo.

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